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	<title>2023-2024 &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Desmatamento cai 45,7% na Amazônia e 42% no Pará em um ano, aponta Inpe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 21:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/desmatamento8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A área sob alerta de desmatamento na Amazônia foi a menor nos últimos oito anos, aponta o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que apresentou nesta quarta-feira, 7, os dados do sistema Deter para o período de agosto de 2023 a julho de 2024. O monitoramento mostra que no último ano foram [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/desmatamento8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em><span style="font-weight: 400;">Por Fabrício Queiroz</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A área sob alerta de desmatamento na Amazônia foi a menor nos últimos oito anos, aponta o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que apresentou nesta quarta-feira, 7, os dados do sistema Deter para o período de agosto de 2023 a julho de 2024. O monitoramento mostra que no último ano foram perdidos 4.314,76 km² de floresta, o que representa uma redução de 45,7%% em comparação com igual período entre 2022 e 2023. No Pará, os índices de alerta caíram 42% entre os dois anos, atingindo uma área de 1.200 km².</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na contramão dessa tendência, em julho houve alta de 33% em comparação com julho do ano passado. No período, foram desmatados 666 km² contra 500 km² no ano anterior. Ainda assim, o balanço é animador, já que em todo o período analisado a área sob alerta foi a menor em toda a série histórica. Os dados também indicam que a taxa oficial de desmatamento medida pelo sistema Prodes no mesmo intervalo de tempo deve ter uma queda em nível semelhante, conforme analisou Cláudio Almeida, coordenador de programas do Inpe.</span></p>
<blockquote><p>“Em todos os anos esse é um período de aceleração do desmatamento. Temos questões atípicas como uma seca intensa e o período eleitoral, que via de regra cria dificuldades nos processos de controle por conta do estímulo à ocupação em muitas áreas. E também tem a greve do Ibama, que traz consequências”, disse o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco, sobre a série de fatores que contribuíram para o aumento no mês de julho.</p></blockquote>
<figure id="attachment_30052" aria-describedby="caption-attachment-30052" style="width: 920px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-30052 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/deter-amazonia-2023.png" alt="" width="920" height="546" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/deter-amazonia-2023.png 920w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/deter-amazonia-2023-300x178.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/deter-amazonia-2023-768x456.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/deter-amazonia-2023-150x89.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/deter-amazonia-2023-450x267.png 450w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-30052" class="wp-caption-text">Área sob risco de desmatamento na Amazônia foi a menor desde 2016. Foto: Reprodução Inpe</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Na coletiva conjunta do MMA com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), foi apresentado ainda o levantamento em cada estado da Amazônia Legal. Todos tiveram redução no desmatamento, porém as quedas mais expressivas foram observadas em Rondônia (63%), Amazonas (58%), Acre (54%), Mato Grosso (52%) e o Pará em quinto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já nos 70 municípios classificados como prioritários pelo Governo por concentrarem mais da metade de toda a devastação do bioma, o recuo foi de 53 %.  Nessas regiões estão concentradas as principais operações do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm), além dos investimentos do programa União com os Municípios, que apoia projetos para a agricultura familiar e implementação de sistemas agroflorestais como alternativas para o desenvolvimento econômico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, comemorou os resultados que, em sua avaliação, são fruto da estratégia transversal que combina ações de comando e controle com o incentivo a atividades produtivas sustentáveis. Segundo a titular do MMA, a meta do governo braisleiro é zerar o desmatamento em todos os biomas e, por isso, a experiência na Amazônia será replicada para as diferentes regiões.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Cada vez mais daqui pra frente vamos dos ministérios da dinâmica do desenvolvimento, olhando para a agricultura, para a energia, para o transporte, para todos os setores porque é isso que vai fazer com que o desmatamento tenha uma queda consistente não apenas por ação de comando e controle”, afirmou Marina Silva.</span></p></blockquote>
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