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	<title>CULTURA &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>CULTURA &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Começa a venda das arquibancadas para o Círio 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 15:48:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Círio de Nazaré]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/procissao_cirio-150x150.avif" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo As vendas online das arquibancadas para o Círio 2026 começaram nesta terça-feira (8) pela Lojinha do Círio, com limite de até cinco ingressos por CPF e pagamento via PIX ou cartão. A festividade ocorre nos dias 10 e 11 de outubro em Belém (PA), na Avenida Presidente Vargas, com cerca de 4 mil lugares [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/procissao_cirio-150x150.avif" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>As vendas online das arquibancadas para o Círio 2026 começaram nesta terça-feira (8) pela Lojinha do Círio, com limite de até cinco ingressos por CPF e pagamento via PIX ou cartão.</em></li>
<li><em>A festividade ocorre nos dias 10 e 11 de outubro em Belém (PA), na Avenida Presidente Vargas, com cerca de 4 mil lugares disponíveis para cada dia de evento.</em></li>
<li><em>O público pode escolher entre a Arquibancada A (descoberta, em frente ao Basa) e a Arquibancada B (totalmente coberta, em frente ao Bradesco). Os preços variam por dia e setor:</em></li>
<li><em>Os ingressos são nominais e contam com QR Code para evitar falsificações (não há meia-entrada). O acesso será liberado às 17h na sábado e às 6h no domingo, com estrutura de banheiros, praça de alimentação e artesanato no local.</em></li>
<li><em>Serão 900 vagas gratuitas no total (600 para a Trasladação e 300 para o Círio) voltadas para idosos a partir de 60 anos e pessoas com deficiência. O cadastro online abre em 10 de setembro e a retirada física ocorre no dia 15 de setembro, das 8h às 14h, na Casa de Plácido. Crianças de até dois anos não pagam e dispensam cadastro.</em></li>
</ul>
<p>As vendas online para as arquibancadas do Círio 2026 foram abertas nesta terça-feira, 8, com preços que variam entre R$ 150 e R$ 250 e um total de 900 gratuidades distribuídas para os dois dias de festividade em Belém (PA). As informações são do g1.</p>
<p>A programação ocorrerá no fim de semana de 10 e 11 de outubro, contemplando a Trasladação no sábado e a grande procissão no domingo, na Avenida Presidente Vargas, próximo à Praça da República. Cada dia contará com cerca de 4 mil lugares divididos em dois setores: a Arquibancada A (descoberta, em frente ao Basa) e a Arquibancada B (coberta, em frente ao Bradesco).</p>
<h3>Valores dos ingressos</h3>
<ul>
<li>Trasladação (Sábado, 10/10): R$ 150,00 (Setor A) e R$ 180,00 (Setor B)</li>
<li>Círio (Domingo, 11/10): R$ 210,00 (Setor A) e R$ 250,00 (Setor B)</li>
</ul>
<p>As compras podem ser feitas pela Lojinha do Círio, com limite de até cinco bilhetes por CPF e pagamento via PIX ou cartão. Os ingressos são nominais, contêm QR Code para maior segurança e controle de acesso, e o evento não dispõe de meia-entrada.</p>
<h3>Estrutura e acesso</h3>
<p>A montagem das estruturas — vistoriadas pelo Corpo de Bombeiros — tem início em 15 de setembro. O espaço contará com banheiros, área de alimentação e estandes de artesanato religioso. Os portões serão abertos às 17h para a Trasladação e às 6h para a procissão de domingo.</p>
<h3>Gratuidade</h3>
<p>Serão disponibilizados 600 lugares gratuitos para o sábado e 300 para o domingo, destinados a idosos a partir de 60 anos e pessoas com deficiência. Crianças de até dois anos não necessitam de cadastro prévio.</p>
<ul>
<li>Inscrições: A partir de 10 de setembro, de forma online.</li>
<li>Retirada: Exclusivamente no dia 15 de setembro, das 8h às 14h, na Casa de Plácido (Centro Social Nazaré, no estacionamento da Basílica Santuário), mediante apresentação de documento com foto e comprovação do benefício.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Theatro da Paz  e Teatro Amazonas são reconhecidos como Patrimônio Mundial pela Unesco</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/theatro-da-paz-e-teatro-amazonas-sao-reconhecidos-como-patrimonio-mundial-pela-unesco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 14:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Mundial da Unesco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Theatro da Paz]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Theatro-da-Paz-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O Theatro da Paz (Belém) e o Teatro Amazonas (Manaus) foram reconhecidos como Patrimônio Cultural Mundial, sob o nome conjunto de &#8220;Teatros da Amazônia&#8221;. É o primeiro Patrimônio Mundial Cultural da Região Norte do Brasil, englobando também a Praça da República (PA) e o Largo de São Sebastião (AM). Ambos já eram tombados pelo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Theatro-da-Paz-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>O Theatro da Paz (Belém) e o Teatro Amazonas (Manaus) foram reconhecidos como Patrimônio Cultural Mundial, sob o nome conjunto de &#8220;Teatros da Amazônia&#8221;.</em></li>
<li><em> É o primeiro Patrimônio Mundial Cultural da Região Norte do Brasil, englobando também a Praça da República (PA) e o Largo de São Sebastião (AM).</em></li>
<li><em> Ambos já eram tombados pelo Iphan desde 1960. O Theatro da Paz foi inaugurado em 1878 e o Teatro Amazonas em 1896, marcando o auge do ciclo da borracha e da Belle Époque.</em></li>
<li><em>Misturam materiais importados da Europa com elementos regionais da Amazônia. Hoje, além de óperas, abrigam manifestações populares como carimbó e boi-bumbá.</em></li>
<li><em>Com essa conquista, o Brasil soma 26 sítios reconhecidos pela Unesco (sendo 16 culturais, 9 naturais e 1 misto).</em></li>
</ul>
<p>O Theatro da Paz, em Belém (PA), e o Teatro Amazonas, em Manaus (AM), foram reconhecidos nesta segunda-feira, 27, como patrimônio cultural do mundo, de acordo com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).</p>
<p>Ao lado de suas respectivas praças — a Praça da República, na capital paraense, e o Largo de São Sebastião, na capital amazonense —, as casas de espetáculo representam o primeiro Patrimônio Mundial Cultural da Região Norte.</p>
<p>Inscritos na lista sob a designação &#8220;Teatros da Amazônia&#8221;, os dois teatros já eram tombados, desde 1960, pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 1960, que formalizou a proposta, em parceria com o Ministério da Cultura (MinC) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), com colaboração das Secretarias de Cultura do Pará e do Amazonas, em conjunto.</p>
<p>A candidatura foi aprovada pelo Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco, na Coreia do Sul, e agora os “Teatros da Amazônia”,  figuram ao lado de outros sítios brasileiros já reconhecidos como Patrimônio Mundial Cultural, tal como o Plano Piloto de Brasília, o Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, e os centros históricos de Olinda e Salvador.</p>
<p>Com a inscrição dos Teatros da Amazônia, o Brasil passa a contar com 26 sítios inscritos na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco, dos quais 16 são culturais, nove são naturais e um é sítio misto.</p>
<h3 data-path-to-node="5">Herança do ciclo da borracha e polo cultural</h3>
<p data-path-to-node="6">Inaugurados no século XIX — o Theatro da Paz em 1878 e o Teatro Amazonas em 1896 —, os edifícios surgiram como símbolos do auge econômico da exploração da borracha na Região Norte. Projetados para conectar a Amazônia aos grandes circuitos culturais do mundo, foram pioneiros na atração de companhias de ópera europeias para a América Latina.</p>
<p data-path-to-node="7">Com arquitetura que une artigos importados da Europa a elementos e madeiras regionais, os teatros extrapolaram a proposta inicial da elite da Belle Époque. Ao longo das décadas, tornaram-se palcos plurais para expressões populares como o carimbó e o boi-bumbá, além de impulsionar a formação artística e o turismo local.</p>
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		<title>Theatro da Paz, em Belém, pode se tornar Patrimônio Mundial da Unesco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:04:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Mundial da Unesco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Theatro da Paz]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/theatro-da-paz-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O Theatro da Paz (Belém) concorre ao título de Patrimônio Mundial da Unesco junto com o Teatro Amazonas (Manaus), na proposta &#8220;Teatros da Amazônia&#8221;. A candidatura será avaliada entre 24 e 27 de julho durante o evento do Comitê do Patrimônio Mundial, na Coreia do Sul. Inaugurado em 1878, no auge do Ciclo da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/theatro-da-paz-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>O Theatro da Paz (Belém) concorre ao título de Patrimônio Mundial da Unesco junto com o Teatro Amazonas (Manaus), na proposta &#8220;Teatros da Amazônia&#8221;.</em></li>
<li><em> A candidatura será avaliada entre 24 e 27 de julho durante o evento do Comitê do Patrimônio Mundial, na Coreia do Sul.</em></li>
<li><em> Inaugurado em 1878, no auge do Ciclo da Borracha, foi a primeira grande casa de espetáculos da Amazônia.</em></li>
<li><em>Foi batizado como &#8220;da Paz&#8221; em celebração ao fim da Guerra do Paraguai.</em></li>
<li><em> Projetado em estilo neoclássico inspirado nas casas de ópera europeias, já recebeu artistas renomados como o maestro Carlos Gomes e a bailarina Ana Pavlova.</em></li>
<li><em>É o maior teatro da Região Norte, tombado pelo IPHAN, reconhecido como patrimônio do Pará e sede de festivais e da Orquestra Sinfônica local.</em></li>
</ul>
<p>O Theatro da Paz, um dos maiores símbolos históricos, arquitetônicos e culturais do Pará, pode se tornar em breve Patrimônio Mundial da Unesco, O espaço histórico integra oficialmente a candidatura brasileira ao título, em uma proposta conjunta com o Teatro Amazonas, de Manaus, batizada de &#8220;Teatros da Amazônia&#8221;.</p>
<p>A avaliação ocorre durante a 48ª sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, realizada em Busan, na Coreia do Sul. O evento, que vai até 29 de julho, analisa 30 novas propostas globais. A apreciação da candidatura brasileira está agendada para ocorrer entre os dias 24 e 27 de julho.</p>
<p>O anúncio internacional reforça o valor do espaço, que já havia sido declarado Patrimônio Cultural Material e Imaterial do Estado do Pará, consolidando sua relevância histórica, artística e simbólica para a região.</p>
<h3>Símbolo da Belle Époque na Amazônia</h3>
<p>Inaugurado em 15 de fevereiro de 1878, o Theatro da Paz é um dos monumentos mais emblemáticos do Brasil e a primeira grande casa de espetáculos construída na Amazônia. Localizado na Praça da República, no centro de Belém, o edifício nasceu no auge do Ciclo da Borracha, período de intensa efervescência econômica que transformou a capital paraense em uma das cidades mais modernas e luxuosas do país.</p>
<p>A ideia de erguer um teatro-monumento surgiu para suprir a demanda da elite local, que desejava assistir a companhias de ópera e peças europeias sem precisar sair da região.</p>
<p>Projetado pelo engenheiro militar José Tibúrcio de Magalhães em estilo neoclássico, o teatro foi fortemente inspirado na arquitetura dos grandes palácios de ópera europeus, adaptando-se com maestria à realidade amazônica</p>
<p>O nome &#8220;da Paz&#8221; foi uma homenagem direta ao término da Guerra do Paraguai (1864–1870). Originalmente, propôs-se o nome Theatro Nossa Senhora da Paz, mas a menção à santa foi descartada pela Igreja para desvincular o caráter profano dos espetáculos à imagem religiosa.</p>
<p>Grandes personalidades das artes mundiais já pisaram em seu palco, como o maestro brasileiro Carlos Gomes (com a famosa ópera O Guarani) e a lendária bailarina russa Ana Pavlova.<br />
Tombado como Patrimônio Histórico pelo IPHAN em 1963 e reconhecido como Patrimônio Cultural Material e Imaterial do Estado do Pará, o Theatro da Paz permanece como o maior teatro da Região Norte e um dos mais importantes do Brasil.<br />
Além de abrigar festivais de ópera de prestígio internacional e apresentações da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, o monumento integra projetos para o reconhecimento de sua relevância histórica em escala global.</p>
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		<item>
		<title>Orgulho da nossa terra, Jambu é a única erva brasileira em ranking global gastronômico</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/orgulho-da-nossa-terra-jambu-e-a-unica-erva-brasileira-em-ranking-global-gastronomico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 18:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[erva]]></category>
		<category><![CDATA[jambu]]></category>
		<category><![CDATA[Tasteatlas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-Tela-2021-05-11-as-16.27.47-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O jambu, erva nativa da Amazônia, foi o único representante do Brasil a entrar na lista global do guia gastronômico TasteAtlas. Com nota 3,0, a planta ficou na 68ª posição em uma seleção que avaliou mais de 120 ervas e especiarias do mundo. O topo do ranking do TasteAtlas foi ocupado pelo manjericão genovês, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-Tela-2021-05-11-as-16.27.47-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>O jambu, erva nativa da Amazônia, foi o único representante do Brasil a entrar na lista global do guia gastronômico TasteAtlas.</em></li>
<li><em> Com nota 3,0, a planta ficou na 68ª posição em uma seleção que avaliou mais de 120 ervas e especiarias do mundo.</em></li>
<li><em> O topo do ranking do TasteAtlas foi ocupado pelo manjericão genovês, da Itália (nota 4,6), seguido por ervas de países como Chile, Espanha e Hungria.</em></li>
</ul>
<p>Se tem uma coisa que o paraense conhece bem é a sensação inconfundível de dar aquela mastigada no jambu e sentir a língua tremer. Mas agora, esse nosso tesouro da Amazônia, um dos maiores símbolos da culinária do Pará. ganhou o mundo e foi oficialmente reconhecido lá fora.</p>
<p>O jambu foi o único representante do Brasil a entrar no prestigiado ranking global do site TasteAtlas, que elegeu as melhores ervas e especiarias do planeta. Com uma nota 3,0, a nossa erva garantiu a 68ª posição em uma lista competitiva com mais de 120 temperos de todos os cantos da Terra.</p>
<p>Prestigiado guia global, o TasteAtlas é considerado a enciclopédia da gastronomia.</p>
<p>O topo do ranking ficou com o tradicional manjericão genovês, da Itália (que tirou nota 4,6), seguido por ervas de países como Chile, Espanha e Hungria.</p>
<p>Além do Jambu, o açaí foi eleito uma das 100 melhores frutas do mundo no ranking global do Taste Atlas, alcançando a 40ª posição com nota 4,1.</p>
<p>Pode até ser que os gringos ainda estejam se acostumando com esse tremor único que só o jambu proporciona na tacacá, no pato no tucupi ou na cachaça, mas para nós o recado é claro: a riqueza da nossa culinária paraense continua conquistando espaço e marcando presença no mapa gastronômico internacional.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/marca-paraense-investe-no-jambu-e-consolida-empreendedorismo-de-base-comunitaria/" target="_top">Marca paraense investe no jambu e consolida empreendedorismo de base comunitária</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/tecnologia/jambu-pode-ajudar-a-combater-inflamacoes-no-corpo-diz-estudo/" target="_top">Jambu pode ajudar a combater inflamações no corpo, diz estudo</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Você sabia? Belém venceu prêmio nacional de melhor experiência em turismo gastronômico</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/voce-sabia-belem-venceu-premio-nacional-de-melhor-experiencia-em-turismo-gastronomico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:32:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_56_comida-para-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo Belém foi eleita a “Melhor Experiência de Turismo Gastronômico” do Brasil no prêmio Melhores do Ano da Gastronomia 2026, da revista Prazeres da Mesa. O resultado foi definido pelo público, em uma edição que alcançou mais de 43 mil votos válidos no site da organização. O chef paraense Saulo Jennings também foi premiado na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_56_comida-para-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p data-path-to-node="3,0,0"><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li data-path-to-node="3,0,0"><em>Belém foi eleita a “Melhor Experiência de Turismo Gastronômico” do Brasil no prêmio Melhores do Ano da Gastronomia 2026, da revista Prazeres da Mesa.</em></li>
<li>
<p data-path-to-node="3,1,0"><em>O resultado foi definido pelo público, em uma edição que alcançou mais de 43 mil votos válidos no site da organização.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="3,2,0"><em>O chef paraense Saulo Jennings também foi premiado na categoria &#8220;conjunto da obra&#8221; por seu trabalho na divulgação da culinária amazônica.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="3,3,0"><em>A conquista reforça o título de Cidade Criativa da Gastronomia, concedido a Belém pela Unesco em 2015, consolidando a capital do Pará como referência em turismo de sabor e cultura.</em></p>
</li>
</ul>
<p data-path-to-node="6">A capital paraense acaba de conquistar um importante reconhecimento no setor de turismo e culinária. Belém foi escolhida como a “Melhor Experiência de Turismo Gastronômico” do País no prêmio Melhores do Ano da Gastronomia 2026, organizado pela revista Prazeres da Mesa. A revelação dos vencedores ocorreu na última terça-feira, 9, em um evento no Memorial da América Latina, em São Paulo.</p>
<p data-path-to-node="7">A premiação se destaca por ser a única do setor a abranger todas as regiões do País, distribuindo troféus para 41 categorias diferentes. Nesta edição, a escolha dos vencedores ficou por conta do público, que registrou mais de 43 mil votos no portal da revista.</p>
<h3 data-path-to-node="8">Destaque para a culinária amazônica</h3>
<p data-path-to-node="9">Além do reconhecimento para a cidade, o estado do Pará também celebrou a vitória do chef Saulo Jennings. Ele recebeu o prêmio pelo &#8220;conjunto da obra&#8221;, uma homenagem à sua carreira dedicada a promover e espalhar os sabores da Amazônia pelo Brasil.</p>
<p data-path-to-node="10">Esse novo prêmio se junta ao selo internacional que Belém já carrega desde 2015, quando foi declarada Cidade Criativa da Gastronomia pela Unesco. Com a nova conquista, a capital reforça seu papel de destaque como um destino turístico focado em tradição, identidade e riqueza cultural através da comida.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Turismo comunitário liderado por mulheres é tema de expedição no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Marajó]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Quase Nativa - Expedição Amazônia Paraense]]></category>
		<category><![CDATA[turismo comunitário]]></category>
		<category><![CDATA[turismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260505-WA0152-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Turismo sustentável, cultura e autonomia feminina se encontram no Pará por meio do projeto Quase Nativa — Expedição Amazônia Paraense. A iniciativa mobiliza comunidades tradicionais em territórios como Soure, Pesqueiro, Algodoal e Marajó, criando uma rede de base comunitária que transforma a valorização cultural em geração de renda, sob a liderança majoritária [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260505-WA0152-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Turismo sustentável, cultura e autonomia feminina se encontram no Pará por meio do projeto Quase Nativa — Expedição Amazônia Paraense. A iniciativa mobiliza comunidades tradicionais em territórios como Soure, Pesqueiro, Algodoal e Marajó, criando uma rede de base comunitária que transforma a valorização cultural em geração de renda, sob a liderança majoritária de mulheres.</p>
<p>Na contramão do turismo predatório, a proposta aposta em experiências imersivas e no fortalecimento das economias locais. Os visitantes são recebidos nas casas dos moradores, participam de atividades culturais e têm contato direto com os modos de vida das comunidades, em uma lógica que prioriza a preservação ambiental e o respeito às tradições.</p>
<p>A iniciativa é baseada no turismo regenerativo, que busca gerar impactos positivos nos territórios, incentivando a conservação ambiental e o fortalecimento social.</p>
<p>Para Julia Monteiro, uma das lideranças locais do Quase Nativa, o projeto valoriza a identidade local e abre caminho para viabilizar parcerias futuras.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nosso grande objetivo é colaborar para a autonomia das comunidades. A visibilidade ao turismo local é uma das principais estratégias, por atrair pessoas que podem gerar parcerias ou ajudar no boca a boca, até chegar nessas pessoas que possam auxiliar de forma mais efetiva. Além de fortalecer a autoestima das comunidades e suas expressões culturais&#8221;, pontua.</p></blockquote>
<h3>Nova expedição</h3>
<p>A próxima edição da expedição já tem data definida: 9 a 14 de novembro. Ao longo de seis dias, os participantes terão acesso a vivências como rodas de carimbó, degustação de pratos típicos, banhos de cheiro, plantio de mudas e conversa com lideranças locais.</p>
<p>Noemi Barbosa é uma das facilitadoras do Quilombo de Mangueiras, localizado em Salvaterra, na Ilha do Marajó. Ela reforça o papel do turismo como ferramenta de transformação e valorização das comunidades.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estaremos de braços abertos para compartilhar nossas vivências e o potencial transformador de melhorar a vida no dia a dia em integração com o meio ambiente e técnicas sustentáveis. Por muito tempo houve aquela mentalidade de que era necessário degradar para gerar valor, o que finalmente está sendo refutado em grande escala&#8221;, diz.</p></blockquote>
<h3>Parcerias e capacitações</h3>
<p>O projeto também conta com apoio institucional de organizações como BNDES, Fundação Arymax, Fundação Tide Setubal, Instituto Humanize, Instituto Heineken, Instituto Votorantim, Santander, entre outras.</p>
<p>Além de viabilizar as expedições, as parcerias oferecem capacitações em turismo e ensino de inglês para as participantes, ampliando as possibilidades de inserção no mercado e fortalecimento das comunidades envolvidas. Para Noemi, as capacitações são fundamentais para expandir o público atendido por elas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Saber um novo idioma abre a possibilidade de atrair um mundo novo, porque além de falar melhor com visitantes estrangeiros, poderemos criar outros diferenciais nas nossas programações com base no potencial desse público&#8221;, declara.</p></blockquote>
<p>Para mais detalhes sobre o projeto e valores da experiência, basta acessar o <a href="https://www.instagram.com/quasenativa?igsh=MXN6bGMxdnQ5cmV0dw==" target="_blank" rel="noopener">Quase Nativa — Expedição Amazônia Paraense</a> nas redes sociais.</p>
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		<title>Belém recebe exposição sobre identidade e sabores da culinária amazônica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 15:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Comida Cabocla: Saberes Sabores e Identidade Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[culinária amazônica]]></category>
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		<category><![CDATA[povos tradicionais da amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[uepa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/20260502114454-GC00076858-F00303021-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Parque da Cidade, em Belém, inaugura nesta segunda-feira, 4, às 17h, a exposição &#8220;Comida Cabocla: Saberes, Sabores e Identidade Amazônica&#8221;. Sediada no Polo Amazônico de Gastronomia, a mostra gratuita segue aberta ao público até o dia 30 de junho. Desenvolvida pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), a iniciativa começa com a roda de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/20260502114454-GC00076858-F00303021-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Parque da Cidade, em Belém, inaugura nesta segunda-feira, 4, às 17h, a exposição &#8220;Comida Cabocla: Saberes, Sabores e Identidade Amazônica&#8221;. Sediada no Polo Amazônico de Gastronomia, a mostra gratuita segue aberta ao público até o dia 30 de junho.</p>
<p>Desenvolvida pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), a iniciativa começa com a roda de conversa “Comida Cabocla: Sustentabilidade e Letramento Ambiental”. O debate contará com a presença do professor Miguel Picanço, curador da mostra, e deve reunir acadêmicos, especialistas e entusiastas da gastronomia.</p>
<p>O objetivo do projeto é valorizar os saberes tradicionais e consolidar o Polo Amazônico de Gastronomia como um centro de difusão cultural e científica. Além disso, a mostra busca estreitar os laços entre a universidade e a comunidade externa.</p>
<h3><strong>Como faço para visitar</strong></h3>
<p>A exposição acontece de segunda a sexta-feira, das 14h às 21h, dentro do Polo Amazônico de Gastronomia do Parque da Cidade, localizado na Avenida Júlio César, em Belém. O local possui três acessos de entrada: dois na própria Júlio César e um na Avenida Senador Lemos. A entrada é gratuita.</p>
<p>O local também receberá turmas de universidades e escolas mediante agendamento pelo e-mail gastronomiaamazonica@uepa.br. Lembrando que a programação estará disponível do dia 4 de maio até 30 de junho de 2026.</p>
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		<title>Belém disputa prêmio nacional de experiência em turismo gastronômico; veja como votar</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/belem-disputa-premio-nacional-de-experiencia-em-turismo-gastronomico-veja-como-votar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Celeste Restaurante]]></category>
		<category><![CDATA[culinária amazônica]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura alimentar amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[cultura alimentar paraense]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres da Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Puba Bar]]></category>
		<category><![CDATA[Remanso do Peixe]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-14.50.45-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A capital paraense está concorrendo ao título de Melhor Experiência de Turismo Gastronômico no Prêmio Melhores da Gastronomia 2026. Promovida pela revista Prazeres da Mesa, a indicação reforça o protagonismo nacional e internacional da culinária paraense, já reconhecida pela UNESCO com o título de Cidade Criativa da Gastronomia desde 2015. Mais recentemente, os ingredientes locais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-14.50.45-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A capital paraense <a href="https://www.prazeresdamesa.com.br/melhores-do-ano-2026/" target="_blank" rel="noopener">está concorrendo ao título de Melhor Experiência de Turismo Gastronômico no Prêmio Melhores da Gastronomia 2026</a>. Promovida pela revista Prazeres da Mesa, a indicação reforça o protagonismo nacional e internacional da culinária paraense, já reconhecida pela UNESCO com o título de Cidade Criativa da Gastronomia desde 2015. Mais recentemente, os ingredientes locais também ganharam destaque com a <a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/acai-e-guarana-estao-na-lista-de-melhores-frutas-do-mundo-segundo-tasteatlas/" target="_blank" rel="noopener">entrada na lista de melhores frutas do mundo do guia TasteAtlas</a>.</p>
<p>Para o Secretário de Estado de Turismo do Pará, Lucas Vieira, a nova indicação é sinal de reconhecimento aos sabores e histórias da Amazônia, presentes em derivados da mandioca como tucupi, farinha, maniva, assim como em outros ingredientes com fama global como açaí, jambu e cupuaçu.</p>
<blockquote><p>“O Pará encanta pelo paladar, nossos insumos são únicos. A gastronomia paraense é cultura, potência, ancestralidade, pluralidade e muito sabor. Mais uma vez, esse destaque nacional fortalece o Pará, nos evidencia como vitrine do turismo gastronômico&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<p>Vale lembrar ainda que, em 2025, Belém foi eleita pela revista inglesa Lonely Planet como um dos dez melhores destinos gastronômicos do mundo. Para o secretário, a originalidade da culinária local é um fator importante para chamar a atenção de visitantes e fortalecer o turismo gastronômico, considerado um dos maiores motivadores de viagens por todo o mundo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Queremos que esse turista, ao visitar o Estado, tenha a chance de vivenciar não apenas os sabores, mas também os saberes e as histórias por trás de cada prato, proporcionando experiências autênticas e imersivas que valorizem o que temos de melhor a oferecer”, comenta&#8221;, destaca.</p></blockquote>
<h3><strong>Visibilidade e celebração</strong></h3>
<p>Na primeira etapa do prêmio, mais de 500 profissionais em todo Brasil como chefs, restaurateurs, jornalistas, acadêmicos e especialistas do setor indicaram os nomes mais relevantes da gastronomia nacional em 41 categorias. Após isto, a votação popular é aberta para descobrir quem serão os principais destaques.</p>
<p>Além de concorrer na categoria melhor experiência gastronômica, Belém também possui representantes concorrendo ao prêmio de melhor Restaurante do Ano &#8211; Região Norte, com os restaurantes <a href="https://www.instagram.com/celesteorestaurante/" target="_blank" rel="noopener">Celeste</a>, <a href="https://www.instagram.com/puba.cidadevelha/" target="_blank" rel="noopener">Puba</a> e <a href="https://www.instagram.com/remansodopeixe/" target="_blank" rel="noopener">Remanso do Peixe</a>, que mesclam o uso de ingredientes locais, valorização da sociobioeconomia e reconhecimento à herança indígena e ribeirinha em diferentes releituras.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DI2EJNFJFYR/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DI2EJNFJFYR/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Celeste Restaurante (@celesteorestaurante)</a></p>
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</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<blockquote><p>“É um prazer enorme ver três restaurantes paraenses na categoria de restaurante do ano da região Norte para a Prazeres da Mesa. O Celeste é um restaurante que foca em culinária de produto, trabalhando com muita atenção os ingredientes locais e sua sazonalidade, receber esse reconhecimento com dois anos de casa é uma celebração da sociobioeconomia amazônica e do nosso potencial como cidade destino de gastronomia”, celebra a proprietária e chef do Celeste, Esther Weyl.</p></blockquote>
<p>Um conhecido antigo dessas premiações é Saulo Jennings, chef do restaurante Casa do Saulo com unidades em Santarém e Belém. Este ano ele foi reconhecido como hors concours pela revista por já ter vencido o prêmio quatro vezes na mesma categoria. Para ele, o prêmio ajudou a inserir a gastronomia amazônica no cenário nacional e a impulsionar todos os indicadores positivos voltados ao turismo gastronômico nos últimos anos.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DWtcS6Sjj5_/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DWtcS6Sjj5_/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por @puba.cidadevelha</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<blockquote><p>“Com certeza, (o prêmio) ajudou muito a dar esse impulso para que o País conhecesse essa gastronomia única, original. Muita gente se liga nessas premiações para decidir para onde vai (turisticamente, gastronomicamente), então a premiação é esse termômetro para quem acompanha responder onde será o próximo local que visitará e vai comer comida boa”, comentou.</p></blockquote>
<p>Ele reforça ainda que esse destaque ajuda a popularizar não apenas a cultura alimentar da Amazônia, mas também toda a história e ancestralidade presente em cada ingrediente, plantio e modo de preparo.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DWT2hc0Dmdx/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DWT2hc0Dmdx/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Remanso Do Peixe (@remansodopeixe)</a></p>
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</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<blockquote><p>“Nós temos produtos que são tão valiosos e que muitas vezes a gente não dava esse valor, mas quando o turista prova e conhece, exalta. O tucupi, por exemplo, que pra gente era uma coisa tão simples, que estava no tacacá, nas caldeiradas, nas ruas, em casa, hoje é um produto de alta gastronomia, de alto luxo, com sabores únicos. E vem a mandioca aí, com todos os derivados dela: a farinha, o tucupi e vários outros produtos da tapioca. Então, a gente se destaca muito com produtos únicos, técnicas únicas e o jeito único paraense de fazer uma comida que explode com sabores na mesa das pessoas”</p></blockquote>
<p><strong>Como participar?</strong></p>
<p>A votação está aberta até o dia 3 de maio. Para votar, basta acessar <a href="https://www.prazeresdamesa.com.br/melhores-do-ano-2026/" target="_blank" rel="noopener">este link</a>.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/acai-e-guarana-estao-na-lista-de-melhores-frutas-do-mundo-segundo-tasteatlas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Açaí e guaraná estão na lista de melhores frutas do mundo, segundo TasteAtlas</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/iphan-reconhece-oficio-das-tacacazeiras-como-patrimonio-cultural-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Iphan reconhece Ofício das Tacacazeiras como Patrimônio Cultural do Brasil</a></strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/guia-me-belem-livro-convida-a-descobrir-a-alma-e-a-biodiversidade-da-capital-paraense/" target="_blank" rel="noopener"><strong>“Guia-me Belém”: livro convida a descobrir a alma e a biodiversidade da capital paraense</strong></a></p>
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		<title>Açaí e guaraná estão na lista de melhores frutas do mundo, segundo TasteAtlas</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/acai-e-guarana-estao-na-lista-de-melhores-frutas-do-mundo-segundo-tasteatlas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 18:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque4]]></category>
		<category><![CDATA[guaraná]]></category>
		<category><![CDATA[Melhores frutas do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Tasteatlas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-12.27.59-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Amazônia ganhou um novo destaque internacional ao ser citada na lista de 100 melhores frutas do mundo do portal TasteAtlas, que lista experiências gastronômicas e alimentares ao redor do mundo. Ao todo, três frutas brasileiras foram citadas: açaí e guaraná, que possuem origem amazônica, e a jabuticaba, originária da Mata Atlântica. No caso das [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-12.27.59-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Amazônia ganhou um novo destaque internacional ao ser citada na lista de 100 melhores frutas do mundo do portal TasteAtlas, que lista experiências gastronômicas e alimentares ao redor do mundo. Ao todo, três frutas brasileiras foram citadas: açaí e guaraná, que possuem origem amazônica, e a jabuticaba, originária da Mata Atlântica.</p>
<p>No caso das frutas amazônicas, o açaí aparece em 40º lugar (com classificação de 4,1 estrelas) e o guaraná em 79º (3,9). Atualmente, o Pará concentra <span style="font-size: 14px;">90% da produção brasileira de açaí e possui diversos festivais gastronômicos em homenagem ao fruto, consumido diariamente nas cidades e no interior do estado. </span></p>
<p>A notícia foi amplamente celebrada pela população, que trata o fruto como um ícone da identidade local. Além dos diversos festivais em sua homenagem, o fruto também foi inspiração da canção &#8216;Sabor Açaí&#8217;, cantada pelo artista paraense Nilson Chaves a partir da letra do compositor Joãozinho Gomes, escrita nos anos 1980. Na época, a faixa foi considerada como uma das melhores composições do Brasil.</p>
<p>O ranking é baseado em avaliações de usuários e leva em conta aspectos como sabor, aroma e popularidade delas. A presença das frutas brasileiras no levantamento reforça o potencial da nação, que é o terceiro maior produtor de frutas do mundo, com uma produção anual que oscila entre 58 e 59 milhões de toneladas.</p>
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		<title>Nova portaria regulamenta identificação de comunidades quilombolas</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/nova-portaria-regulamenta-identificacao-de-comunidades-quilombolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 16:42:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Cadastro Geral das Comunidades Quilombolas.]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[quilombos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/quilombo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Fundação Palmares publica nesta terça-feira 17, no Diário Oficial da União (DOU), portaria que cria o Cadastro Geral das Comunidades Quilombolas. O documento prevê procedimentos para expedição da Certidão de Autodefinição no âmbito da Fundação. O cadastro geral é único e pertencerá ao patrimônio da Palmares. De acordo com a Portaria NCP n°85/2026, as [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/quilombo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Fundação Palmares publica nesta terça-feira 17, no Diário Oficial da União (DOU), portaria que cria o Cadastro Geral das Comunidades Quilombolas.</p>
<p>O documento prevê procedimentos para expedição da Certidão de Autodefinição no âmbito da Fundação. O cadastro geral é único e pertencerá ao patrimônio da Palmares.</p>
<p>De acordo com a Portaria NCP n°85/2026, as informações correspondentes às comunidades deverão ser registradas em banco de dados, para efeito de informação, controle administrativo e estudo.</p>
<h3>Prazo</h3>
<p>A Fundação Palmares terá o prazo de 180 dias para análise e conclusão do processo de expedição de certidão, podendo ser prorrogado, por igual período, uma única vez.</p>
<p>A entidade encaminhará à comunidade, sem qualquer ônus, a Certidão de Autodefinição, que é válida por tempo indeterminado.</p>
<p>O reconhecimento da comunidade como Remanescente de Quilombo ocorrerá por meio de portaria publicada no DOU pela Fundação Palmares.</p>
<h3>Conceito</h3>
<p>Segundo a portaria, são consideradas comunidades quilombolas os grupos étnicos raciais, segundo critérios de autoatribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com formas de resistência à opressão histórica sofrida.</p>
<p>As Comunidades Quilombolas também são conhecidas como Terras de Preto, Comunidades Negras, Mocambos, Quilombos, entre outros nomes semelhantes.</p>
<p>O texto publicado nesta terça-feira, 17, revoga a Portaria n.º 98, de 26 de novembro de 2007 e entra em vigor na data de sua publicação.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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