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	<title>CULTURA &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>CULTURA &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Turismo comunitário liderado por mulheres é tema de expedição no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Quase Nativa - Expedição Amazônia Paraense]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260505-WA0152-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Turismo sustentável, cultura e autonomia feminina se encontram no Pará por meio do projeto Quase Nativa — Expedição Amazônia Paraense. A iniciativa mobiliza comunidades tradicionais em territórios como Soure, Pesqueiro, Algodoal e Marajó, criando uma rede de base comunitária que transforma a valorização cultural em geração de renda, sob a liderança majoritária [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260505-WA0152-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Turismo sustentável, cultura e autonomia feminina se encontram no Pará por meio do projeto Quase Nativa — Expedição Amazônia Paraense. A iniciativa mobiliza comunidades tradicionais em territórios como Soure, Pesqueiro, Algodoal e Marajó, criando uma rede de base comunitária que transforma a valorização cultural em geração de renda, sob a liderança majoritária de mulheres.</p>
<p>Na contramão do turismo predatório, a proposta aposta em experiências imersivas e no fortalecimento das economias locais. Os visitantes são recebidos nas casas dos moradores, participam de atividades culturais e têm contato direto com os modos de vida das comunidades, em uma lógica que prioriza a preservação ambiental e o respeito às tradições.</p>
<p>A iniciativa é baseada no turismo regenerativo, que busca gerar impactos positivos nos territórios, incentivando a conservação ambiental e o fortalecimento social.</p>
<p>Para Julia Monteiro, uma das lideranças locais do Quase Nativa, o projeto valoriza a identidade local e abre caminho para viabilizar parcerias futuras.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nosso grande objetivo é colaborar para a autonomia das comunidades. A visibilidade ao turismo local é uma das principais estratégias, por atrair pessoas que podem gerar parcerias ou ajudar no boca a boca, até chegar nessas pessoas que possam auxiliar de forma mais efetiva. Além de fortalecer a autoestima das comunidades e suas expressões culturais&#8221;, pontua.</p></blockquote>
<h3>Nova expedição</h3>
<p>A próxima edição da expedição já tem data definida: 9 a 14 de novembro. Ao longo de seis dias, os participantes terão acesso a vivências como rodas de carimbó, degustação de pratos típicos, banhos de cheiro, plantio de mudas e conversa com lideranças locais.</p>
<p>Noemi Barbosa é uma das facilitadoras do Quilombo de Mangueiras, localizado em Salvaterra, na Ilha do Marajó. Ela reforça o papel do turismo como ferramenta de transformação e valorização das comunidades.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estaremos de braços abertos para compartilhar nossas vivências e o potencial transformador de melhorar a vida no dia a dia em integração com o meio ambiente e técnicas sustentáveis. Por muito tempo houve aquela mentalidade de que era necessário degradar para gerar valor, o que finalmente está sendo refutado em grande escala&#8221;, diz.</p></blockquote>
<h3>Parcerias e capacitações</h3>
<p>O projeto também conta com apoio institucional de organizações como BNDES, Fundação Arymax, Fundação Tide Setubal, Instituto Humanize, Instituto Heineken, Instituto Votorantim, Santander, entre outras.</p>
<p>Além de viabilizar as expedições, as parcerias oferecem capacitações em turismo e ensino de inglês para as participantes, ampliando as possibilidades de inserção no mercado e fortalecimento das comunidades envolvidas. Para Noemi, as capacitações são fundamentais para expandir o público atendido por elas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Saber um novo idioma abre a possibilidade de atrair um mundo novo, porque além de falar melhor com visitantes estrangeiros, poderemos criar outros diferenciais nas nossas programações com base no potencial desse público&#8221;, declara.</p></blockquote>
<p>Para mais detalhes sobre o projeto e valores da experiência, basta acessar o <a href="https://www.instagram.com/quasenativa?igsh=MXN6bGMxdnQ5cmV0dw==" target="_blank" rel="noopener">Quase Nativa — Expedição Amazônia Paraense</a> nas redes sociais.</p>
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		<title>Belém recebe exposição sobre identidade e sabores da culinária amazônica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 15:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Comida Cabocla: Saberes Sabores e Identidade Amazônica]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/20260502114454-GC00076858-F00303021-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Parque da Cidade, em Belém, inaugura nesta segunda-feira, 4, às 17h, a exposição &#8220;Comida Cabocla: Saberes, Sabores e Identidade Amazônica&#8221;. Sediada no Polo Amazônico de Gastronomia, a mostra gratuita segue aberta ao público até o dia 30 de junho. Desenvolvida pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), a iniciativa começa com a roda de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/20260502114454-GC00076858-F00303021-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Parque da Cidade, em Belém, inaugura nesta segunda-feira, 4, às 17h, a exposição &#8220;Comida Cabocla: Saberes, Sabores e Identidade Amazônica&#8221;. Sediada no Polo Amazônico de Gastronomia, a mostra gratuita segue aberta ao público até o dia 30 de junho.</p>
<p>Desenvolvida pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), a iniciativa começa com a roda de conversa “Comida Cabocla: Sustentabilidade e Letramento Ambiental”. O debate contará com a presença do professor Miguel Picanço, curador da mostra, e deve reunir acadêmicos, especialistas e entusiastas da gastronomia.</p>
<p>O objetivo do projeto é valorizar os saberes tradicionais e consolidar o Polo Amazônico de Gastronomia como um centro de difusão cultural e científica. Além disso, a mostra busca estreitar os laços entre a universidade e a comunidade externa.</p>
<h3><strong>Como faço para visitar</strong></h3>
<p>A exposição acontece de segunda a sexta-feira, das 14h às 21h, dentro do Polo Amazônico de Gastronomia do Parque da Cidade, localizado na Avenida Júlio César, em Belém. O local possui três acessos de entrada: dois na própria Júlio César e um na Avenida Senador Lemos. A entrada é gratuita.</p>
<p>O local também receberá turmas de universidades e escolas mediante agendamento pelo e-mail gastronomiaamazonica@uepa.br. Lembrando que a programação estará disponível do dia 4 de maio até 30 de junho de 2026.</p>
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		<title>Belém disputa prêmio nacional de experiência em turismo gastronômico; veja como votar</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/belem-disputa-premio-nacional-de-experiencia-em-turismo-gastronomico-veja-como-votar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Celeste Restaurante]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-14.50.45-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A capital paraense está concorrendo ao título de Melhor Experiência de Turismo Gastronômico no Prêmio Melhores da Gastronomia 2026. Promovida pela revista Prazeres da Mesa, a indicação reforça o protagonismo nacional e internacional da culinária paraense, já reconhecida pela UNESCO com o título de Cidade Criativa da Gastronomia desde 2015. Mais recentemente, os ingredientes locais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-14.50.45-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A capital paraense <a href="https://www.prazeresdamesa.com.br/melhores-do-ano-2026/" target="_blank" rel="noopener">está concorrendo ao título de Melhor Experiência de Turismo Gastronômico no Prêmio Melhores da Gastronomia 2026</a>. Promovida pela revista Prazeres da Mesa, a indicação reforça o protagonismo nacional e internacional da culinária paraense, já reconhecida pela UNESCO com o título de Cidade Criativa da Gastronomia desde 2015. Mais recentemente, os ingredientes locais também ganharam destaque com a <a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/acai-e-guarana-estao-na-lista-de-melhores-frutas-do-mundo-segundo-tasteatlas/" target="_blank" rel="noopener">entrada na lista de melhores frutas do mundo do guia TasteAtlas</a>.</p>
<p>Para o Secretário de Estado de Turismo do Pará, Lucas Vieira, a nova indicação é sinal de reconhecimento aos sabores e histórias da Amazônia, presentes em derivados da mandioca como tucupi, farinha, maniva, assim como em outros ingredientes com fama global como açaí, jambu e cupuaçu.</p>
<blockquote><p>“O Pará encanta pelo paladar, nossos insumos são únicos. A gastronomia paraense é cultura, potência, ancestralidade, pluralidade e muito sabor. Mais uma vez, esse destaque nacional fortalece o Pará, nos evidencia como vitrine do turismo gastronômico&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<p>Vale lembrar ainda que, em 2025, Belém foi eleita pela revista inglesa Lonely Planet como um dos dez melhores destinos gastronômicos do mundo. Para o secretário, a originalidade da culinária local é um fator importante para chamar a atenção de visitantes e fortalecer o turismo gastronômico, considerado um dos maiores motivadores de viagens por todo o mundo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Queremos que esse turista, ao visitar o Estado, tenha a chance de vivenciar não apenas os sabores, mas também os saberes e as histórias por trás de cada prato, proporcionando experiências autênticas e imersivas que valorizem o que temos de melhor a oferecer”, comenta&#8221;, destaca.</p></blockquote>
<h3><strong>Visibilidade e celebração</strong></h3>
<p>Na primeira etapa do prêmio, mais de 500 profissionais em todo Brasil como chefs, restaurateurs, jornalistas, acadêmicos e especialistas do setor indicaram os nomes mais relevantes da gastronomia nacional em 41 categorias. Após isto, a votação popular é aberta para descobrir quem serão os principais destaques.</p>
<p>Além de concorrer na categoria melhor experiência gastronômica, Belém também possui representantes concorrendo ao prêmio de melhor Restaurante do Ano &#8211; Região Norte, com os restaurantes <a href="https://www.instagram.com/celesteorestaurante/" target="_blank" rel="noopener">Celeste</a>, <a href="https://www.instagram.com/puba.cidadevelha/" target="_blank" rel="noopener">Puba</a> e <a href="https://www.instagram.com/remansodopeixe/" target="_blank" rel="noopener">Remanso do Peixe</a>, que mesclam o uso de ingredientes locais, valorização da sociobioeconomia e reconhecimento à herança indígena e ribeirinha em diferentes releituras.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DI2EJNFJFYR/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<blockquote><p>“É um prazer enorme ver três restaurantes paraenses na categoria de restaurante do ano da região Norte para a Prazeres da Mesa. O Celeste é um restaurante que foca em culinária de produto, trabalhando com muita atenção os ingredientes locais e sua sazonalidade, receber esse reconhecimento com dois anos de casa é uma celebração da sociobioeconomia amazônica e do nosso potencial como cidade destino de gastronomia”, celebra a proprietária e chef do Celeste, Esther Weyl.</p></blockquote>
<p>Um conhecido antigo dessas premiações é Saulo Jennings, chef do restaurante Casa do Saulo com unidades em Santarém e Belém. Este ano ele foi reconhecido como hors concours pela revista por já ter vencido o prêmio quatro vezes na mesma categoria. Para ele, o prêmio ajudou a inserir a gastronomia amazônica no cenário nacional e a impulsionar todos os indicadores positivos voltados ao turismo gastronômico nos últimos anos.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DWtcS6Sjj5_/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DWtcS6Sjj5_/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por @puba.cidadevelha</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<blockquote><p>“Com certeza, (o prêmio) ajudou muito a dar esse impulso para que o País conhecesse essa gastronomia única, original. Muita gente se liga nessas premiações para decidir para onde vai (turisticamente, gastronomicamente), então a premiação é esse termômetro para quem acompanha responder onde será o próximo local que visitará e vai comer comida boa”, comentou.</p></blockquote>
<p>Ele reforça ainda que esse destaque ajuda a popularizar não apenas a cultura alimentar da Amazônia, mas também toda a história e ancestralidade presente em cada ingrediente, plantio e modo de preparo.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DWT2hc0Dmdx/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DWT2hc0Dmdx/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Remanso Do Peixe (@remansodopeixe)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<blockquote><p>“Nós temos produtos que são tão valiosos e que muitas vezes a gente não dava esse valor, mas quando o turista prova e conhece, exalta. O tucupi, por exemplo, que pra gente era uma coisa tão simples, que estava no tacacá, nas caldeiradas, nas ruas, em casa, hoje é um produto de alta gastronomia, de alto luxo, com sabores únicos. E vem a mandioca aí, com todos os derivados dela: a farinha, o tucupi e vários outros produtos da tapioca. Então, a gente se destaca muito com produtos únicos, técnicas únicas e o jeito único paraense de fazer uma comida que explode com sabores na mesa das pessoas”</p></blockquote>
<p><strong>Como participar?</strong></p>
<p>A votação está aberta até o dia 3 de maio. Para votar, basta acessar <a href="https://www.prazeresdamesa.com.br/melhores-do-ano-2026/" target="_blank" rel="noopener">este link</a>.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/acai-e-guarana-estao-na-lista-de-melhores-frutas-do-mundo-segundo-tasteatlas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Açaí e guaraná estão na lista de melhores frutas do mundo, segundo TasteAtlas</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/iphan-reconhece-oficio-das-tacacazeiras-como-patrimonio-cultural-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Iphan reconhece Ofício das Tacacazeiras como Patrimônio Cultural do Brasil</a></strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/guia-me-belem-livro-convida-a-descobrir-a-alma-e-a-biodiversidade-da-capital-paraense/" target="_blank" rel="noopener"><strong>“Guia-me Belém”: livro convida a descobrir a alma e a biodiversidade da capital paraense</strong></a></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Açaí e guaraná estão na lista de melhores frutas do mundo, segundo TasteAtlas</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/acai-e-guarana-estao-na-lista-de-melhores-frutas-do-mundo-segundo-tasteatlas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 18:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque4]]></category>
		<category><![CDATA[guaraná]]></category>
		<category><![CDATA[Melhores frutas do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Tasteatlas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-12.27.59-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Amazônia ganhou um novo destaque internacional ao ser citada na lista de 100 melhores frutas do mundo do portal TasteAtlas, que lista experiências gastronômicas e alimentares ao redor do mundo. Ao todo, três frutas brasileiras foram citadas: açaí e guaraná, que possuem origem amazônica, e a jabuticaba, originária da Mata Atlântica. No caso das [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-12.27.59-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Amazônia ganhou um novo destaque internacional ao ser citada na lista de 100 melhores frutas do mundo do portal TasteAtlas, que lista experiências gastronômicas e alimentares ao redor do mundo. Ao todo, três frutas brasileiras foram citadas: açaí e guaraná, que possuem origem amazônica, e a jabuticaba, originária da Mata Atlântica.</p>
<p>No caso das frutas amazônicas, o açaí aparece em 40º lugar (com classificação de 4,1 estrelas) e o guaraná em 79º (3,9). Atualmente, o Pará concentra <span style="font-size: 14px;">90% da produção brasileira de açaí e possui diversos festivais gastronômicos em homenagem ao fruto, consumido diariamente nas cidades e no interior do estado. </span></p>
<p>A notícia foi amplamente celebrada pela população, que trata o fruto como um ícone da identidade local. Além dos diversos festivais em sua homenagem, o fruto também foi inspiração da canção &#8216;Sabor Açaí&#8217;, cantada pelo artista paraense Nilson Chaves a partir da letra do compositor Joãozinho Gomes, escrita nos anos 1980. Na época, a faixa foi considerada como uma das melhores composições do Brasil.</p>
<p>O ranking é baseado em avaliações de usuários e leva em conta aspectos como sabor, aroma e popularidade delas. A presença das frutas brasileiras no levantamento reforça o potencial da nação, que é o terceiro maior produtor de frutas do mundo, com uma produção anual que oscila entre 58 e 59 milhões de toneladas.</p>
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		<title>Nova portaria regulamenta identificação de comunidades quilombolas</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/nova-portaria-regulamenta-identificacao-de-comunidades-quilombolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 16:42:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Cadastro Geral das Comunidades Quilombolas.]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[quilombos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/quilombo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Fundação Palmares publica nesta terça-feira 17, no Diário Oficial da União (DOU), portaria que cria o Cadastro Geral das Comunidades Quilombolas. O documento prevê procedimentos para expedição da Certidão de Autodefinição no âmbito da Fundação. O cadastro geral é único e pertencerá ao patrimônio da Palmares. De acordo com a Portaria NCP n°85/2026, as [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/quilombo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Fundação Palmares publica nesta terça-feira 17, no Diário Oficial da União (DOU), portaria que cria o Cadastro Geral das Comunidades Quilombolas.</p>
<p>O documento prevê procedimentos para expedição da Certidão de Autodefinição no âmbito da Fundação. O cadastro geral é único e pertencerá ao patrimônio da Palmares.</p>
<p>De acordo com a Portaria NCP n°85/2026, as informações correspondentes às comunidades deverão ser registradas em banco de dados, para efeito de informação, controle administrativo e estudo.</p>
<h3>Prazo</h3>
<p>A Fundação Palmares terá o prazo de 180 dias para análise e conclusão do processo de expedição de certidão, podendo ser prorrogado, por igual período, uma única vez.</p>
<p>A entidade encaminhará à comunidade, sem qualquer ônus, a Certidão de Autodefinição, que é válida por tempo indeterminado.</p>
<p>O reconhecimento da comunidade como Remanescente de Quilombo ocorrerá por meio de portaria publicada no DOU pela Fundação Palmares.</p>
<h3>Conceito</h3>
<p>Segundo a portaria, são consideradas comunidades quilombolas os grupos étnicos raciais, segundo critérios de autoatribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com formas de resistência à opressão histórica sofrida.</p>
<p>As Comunidades Quilombolas também são conhecidas como Terras de Preto, Comunidades Negras, Mocambos, Quilombos, entre outros nomes semelhantes.</p>
<p>O texto publicado nesta terça-feira, 17, revoga a Portaria n.º 98, de 26 de novembro de 2007 e entra em vigor na data de sua publicação.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Museu das Amazônias inicia visitas mediadas ao ar livre no Porto Futuro</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/museu-das-amazonias-inicia-visitas-mediadas-ao-ar-livre-no-porto-futuro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 18:09:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[MAZ]]></category>
		<category><![CDATA[Museu das Amazônias]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/MAZ-Museu-das-Amazonias-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Enquanto as galerias internas do Museu das Amazônias (MAZ) se transformam para receber novas exposições, o acervo ganha vida lá fora. A partir deste domingo, 8, o MAZ rompe a barreira do edifício e ocupa a orla de Belém com as Visitas Mediadas no Complexo Porto Futuro, integrando a programação do MAZ em Movimento. A [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/MAZ-Museu-das-Amazonias-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Enquanto as galerias internas do Museu das Amazônias (MAZ) se transformam para receber novas exposições, o acervo ganha vida lá fora. A partir deste domingo, 8, o MAZ rompe a barreira do edifício e ocupa a orla de Belém com as Visitas Mediadas no Complexo Porto Futuro, integrando a programação do MAZ em Movimento.</p>
<p>A proposta é transformar o Porto Futuro em uma sala de aula viva. A proposta das visitas mediadas é caminhar, observar e descobrir as camadas de história, memória e transformação que atravessam o que hoje conhecemos como Complexo Porto Futuro.</p>
<p>O historiador Michel Pinho abre a temporada logo cedo, às 10h, convidando o público a caminhar pelo território de narrativas da capital.</p>
<blockquote><p>“Acho que a grande experiência vai ser pensar o espaço do museu e do Porto Futuro como um território histórico, que surgiu a partir dos interesses da cidade no final do século 19 e que está diretamente ligado à expansão de Belém e do bairro da Campina”, explica ele.</p></blockquote>
<p>As visitas irão acontecer todos os domingos até junho, sempre em duas sessões, às 10h e 16h, com ponto de encontro na varanda do Museu das Amazônias. Cada grupo terá até 40 participantes e a participação é gratuita, com inscrições feitas na hora.</p>
<blockquote><p>“Queremos estimular as pessoas a pensar a Amazônia a partir da sua formação histórica”, afirmou Pinho.</p></blockquote>
<p>A mediação propõe uma leitura integrada do território, conectando a paisagem urbana, o rio e os vestígios materiais do passado às narrativas do MAZ. O percurso estabelece vínculos com espaços que hoje abrigam acervos arqueológicos encontrados durante as obras de requalificação da área, como os materiais expostos no polo gastronômico, ampliando o entendimento do patrimônio para além das vitrines e inserindo-o no cotidiano da cidade.</p>
<p>Como resume Gabrielle Martins, coordenadora de Programação do MAZ, “o museu segue em movimento, criando experiências que conectam as pessoas à história e às paisagens amazônicas”.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Pará concorre à premiação nacional como destino de Turismo Religioso</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/para-concorre-a-premiacao-nacional-como-destino-de-turismo-religioso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 15:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Círio de Nossa Senhora de Nazaré. Marujada de São Benedito]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[turismo religioso]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/cirio7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará concorre na categoria destino de Turismo Religioso no prêmio nacional &#8220;M&#38;E Awards – Destinos do Ano 2026”, promovido pelo portal Mercado e Eventos. A premiação tem como objetivo destacar os Estados brasileiros que mais se sobressaíram em 2025 em áreas como promoção, inovação, sustentabilidade e geração de resultados concretos para o setor do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/cirio7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará concorre na categoria destino de Turismo Religioso no prêmio nacional &#8220;M&amp;E Awards – Destinos do Ano 2026”, promovido pelo portal Mercado e Eventos. A premiação tem como objetivo destacar os Estados brasileiros que mais se sobressaíram em 2025 em áreas como promoção, inovação, sustentabilidade e geração de resultados concretos para o setor do turismo.</p>
<p>Ao todo, são 12 categorias e três Estados concorrendo em cada uma delas. A entrega oficial dos troféus aos eleitos acontecerá durante um coquetel realizado no estande do M&amp;E na WTM Latin America 2026, no dia 14 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.</p>
<p>O Estado conta com dois principais produtos consolidados do segmento religioso: o Círio de Nossa Senhora de Nazaré e a Marujada de São Benedito, em Bragança.</p>
<p>O Círio foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Iphan em 2004 e da Humanidade pela Unesco, e ocorre todo segundo domingo de outubro, em Belém.</p>
<p>Na edição de 2025, segundo projeções, a Festividade de Nazaré atraiu mais de 100 mil turistas e R$ 210 milhões em receitas para o Estado. Os dados projetados apontam um crescimento de 12,5% em relação ao cenário da festividade em 2024.</p>
<p>O levantamento, feito pela Secretaria de Estado de Turismo (Setur) e Dieese, consolida a quinzena da festividade nazarena como um dos principais motores da economia paraense e principal produto turístico estadual no mercado nacional e internacional, em particular, nos segmentos do turismo religioso e cultural.</p>
<p>A pesquisa aponta ainda que a religiosidade, a hospitalidade, a gastronomia, as belezas naturais e a cultura paraenses foram os aspectos mais bem avaliados pelos turistas. A fidelidade é outro dado marcante do Círio. Ao menos, 97% dos visitantes afirmaram ter intenção de retornar para vivenciar a experiência novamente. Além disso, 36% dos entrevistados demonstraram interesse em conhecer outros destinos paraenses.</p>
<blockquote><p>“O Círio já é considerado nossa alta estação no turismo. E a Marujada de São Benedito figura entre as principais manifestações de dezembro no Estado. Então, ter o nosso turismo paraense disputando nessa categoria é motivo de muito orgulho, porque são produtos atrativos, consolidados, vetores positivos da economia, que ampliam a visibilidade internacional da capital e fortalecem a sua posição como destino turístico estratégico na Amazônia”, pontuou o titular da Setur, Eduardo Costa.</p></blockquote>
<h3>Marujada de São Benedito</h3>
<p>Já a Marujada de São Benedito, em Bragança, celebrada em dezembro, combina fé e cultura popular em uma programação que envolve missas, novenas, ladainhas e procissões que tomam as ruas, reforçando o vínculo histórico da cidade com São Benedito.</p>
<p>No encerramento, o rito ganha ainda mais força com a tradicional procissão com trajes vermelhos e brancos e apresentação no Teatro Museu da Marujada, mantendo viva uma herança construída pela própria comunidade ao longo de séculos. Mais do que um evento do calendário religioso, a Marujada é um encontro de gerações e um símbolo de pertencimento.</p>
<p>A festividade também fortalece o turismo e movimenta a economia local, valorizando a arte, a culinária e os saberes que fazem de Bragança uma referência cultural no Pará.</p>
<h3>Seleção e votação</h3>
<p>A seleção dos destinos foi feita com uma curadoria da equipe de direção e repórteres do M&amp;E, além de especialistas do trade, que avaliaram os destinos brasileiros e definiram aqueles que mais se destacaram no último ano. Em cada uma das 12 categorias, 3 destinos foram indicados e poderão ser votados pelo público. Os critérios de escolha consideraram dados do destino, resultados de ações, desenvolvimento e contribuição para o turismo nacional em 2025.</p>
<p>A votação segue até dia 27 de março, com anúncio do resultado geral em 30 de março. Para votar basta acessar o link: <a href="https://www.mercadoeeventos.com.br/votacao-me-awards-2026/" target="_blank" rel="noopener">https://www.mercadoeeventos.com.br/votacao-me-awards-2026/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>&#8220;Quem vive do rio aprende a se virar&#8221;: A força da tradição na pesca do Mapará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/quem-vive-do-rio-aprende-a-se-virar-a-forca-da-tradicao-na-pesca-do-mapara/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 16:41:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá]]></category>
		<category><![CDATA[defeso]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[mapará]]></category>
		<category><![CDATA[pesca do mapará]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=41109</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-02-at-10.46.17-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho O respeito aos ciclos do meio ambiente é uma meta desejada em todo o mundo, mas e se este ciclo virar uma tradição popular que mobiliza um estado inteiro e envolve mais de 50 comunidades ribeirinhas? Essa realidade é vivida anualmente em Cametá, no nordeste paraense, onde o fim do defeso do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-02-at-10.46.17-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>O respeito aos ciclos do meio ambiente é uma meta desejada em todo o mundo, mas e se este ciclo virar uma tradição popular que mobiliza um estado inteiro e envolve mais de 50 comunidades ribeirinhas? Essa realidade é vivida anualmente em Cametá, no nordeste paraense, onde o fim do defeso do Mapará, peixe símbolo da pesca local, é celebrado por 55 comunidades ribeirinhas de cinco municípios e atrai turistas. A manifestação também é considerada Patrimônio Cultural e Imaterial do Pará.</p>
<p>Raimundo Costa é líder de uma pequena associação de pescadores em Igarapé-Miri, um dos municípios que celebra a abertura da pesca do Mapará. Para ele, o período de defeso é uma pausa importante para o futuro da tradição.</p>
<blockquote><p>&#8220;É importante respeitar o defeso senão falta peixe no futuro. Todo ano a gente recebe orientações e incentivo pra fazer outros jeitos de ganhar dinheiro e até auxílio pra quem precisar. Se não fizer a pausa certinho nesse período (entre 1º de novembro e 1º de março) a produção diminui e a pesca rende pouco. Se a gente tem as nossas necessidades, tem a deles também&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>O diretor de pesca da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Orlando Lobato, explica que a legislação implementada há mais de 10 anos foi estabelecida com base em estudos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>
<blockquote><p>&#8220;Houve muita pesquisa para definir o melhor espaço de tempo para o período de defeso. Isso ajuda o governo a estabelecer políticas públicas e as comunidades por dar a noção exata do período em que a pausa é realmente necessária&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Lucyan Santos é de Cametá e reforça que o fim do defeso é uma grande celebração entre amigos e o meio ambiente.</p>
<blockquote><p>&#8220;A gente tem outras formas de ganhar dinheiro porque quem vive da terra e do rio aprende a se virar desde sempre, mas o Mapará é uma tradição, um símbolo muito muito importante. As crianças crescem comendo mapará e se tu cresceste sem estar no borqueio (quando as embarcações se posicionam em um círculo para pescar), cresceu errado. É hora de encontrar os amigos de Oeiras, Igarapé-Miri, e Limoeiro (do Ajuru) e ver quem pegou os mais graúdos. Se tiver defeso, tem peixe e se tiver peixe é mais um ano desse encontro garantido. É uma grande celebração que precisa continuar&#8221;, celebra.</p></blockquote>
<figure id="attachment_41114" aria-describedby="caption-attachment-41114" style="width: 860px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-41114" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260228103227-GC00075037-F00291349.webp" alt="" width="860" height="573" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260228103227-GC00075037-F00291349.webp 860w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260228103227-GC00075037-F00291349-300x200.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260228103227-GC00075037-F00291349-768x512.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260228103227-GC00075037-F00291349-150x100.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260228103227-GC00075037-F00291349-450x300.webp 450w" sizes="(max-width: 860px) 100vw, 860px" /><figcaption id="caption-attachment-41114" class="wp-caption-text">Maparás capturados no borqueio. Foto: Arquivo/Agência Pará</figcaption></figure>
<h3>100 toneladas no primeiro dia</h3>
<p>No primeiro dia da abertura da pesca do Mapará, os borqueios podem capturar entre 8 a 20 toneladas por bloqueio, chegando a 100 toneladas. No entanto, em parte do município, os frutos do primeiro borqueio são divididos e doados entre comunidades carentes. A abertura de mercado nas feiras da região acontece ao longo da semana.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ninguém resiste um mapará assado de brasa, do lado da família e dos amigos então, melhor ainda. Isso que dizem é o tal do consumo consciente&#8221;, comenta Raimundo.</p></blockquote>
<p>O diretor da Sedap conta ainda que o final do defeso também é recebido com festa em outros municípios. Em Curuá, por exemplo, existe um evento semelhante do de Cametá para marcar o retorno da pesca. Ele explica que a maior preocupação é garantir acordos justos com as comunidades, como forma de garantir a preservação do defeso e um equilíbrio ambiental.</p>
<blockquote><p>“Através da Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas), o Estado tem tido um protagonismo bastante importante no sentido de celebrar esses acordos de pesca, que nada mais são do que a concordância da comunidade envolvida, de forma participativa, e seguindo todo um processo e um calendário, até se chegar à conclusão daquele acordo selado, para que haja melhor preservação do mapará”</p></blockquote>
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		<title>Carnaval sustentável? Conheça a folia centenária de São Caetano de Odivelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 15:04:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[São Caetano de Odivelas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/20260130111802-GF00026169-F00487972-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No nordeste do Pará, a cerca de 100 quilômetros de Belém, uma cidade de pouco mais de 16 mil habitantes transforma o Carnaval em um espetáculo de criatividade popular. Em São Caetano de Odivelas, o coração da folia nasce nas mãos dos moradores, que reaproveitam materiais recicláveis e levam o artesanato para as ruas da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/20260130111802-GF00026169-F00487972-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No nordeste do Pará, a cerca de 100 quilômetros de Belém, uma cidade de pouco mais de 16 mil habitantes transforma o Carnaval em um espetáculo de criatividade popular. Em São Caetano de Odivelas, o coração da folia nasce nas mãos dos moradores, que reaproveitam materiais recicláveis e levam o artesanato para as ruas da cidade. Juntos, o Boi de Máscaras, os Cabeçudos e Pierrôs levam música, diversão e improviso às ruas.</p>
<p>Embora a tradição esteja perto de atingir o primeiro centenário, completando 98 anos em 2026, o movimento saiu das margens e ganhou o status oficial de identidade do Carnaval local em 2006, quando o município passou a investir em uma marca própria para a sua folia. O resultado é uma celebração singular que funde tradição, invenção e muito improviso.</p>
<p>Diferente do tradicional bumba meu boi, o Boi de Máscaras não segue um roteiro fixo; sua encenação nasce no calor do momento, conforme os personagens interagem com o público. Para dar vida ao boi, são necessários dois brincantes que se movimentam em sincronia para formar o corpo do animal. Ao redor dele, orbitam 18 personagens que ampliam o universo da brincadeira: zebras, búfalos e até dinossauros entram na cena.</p>
<h3>Cabeçudos na frente</h3>
<p>Na frente do cortejo, os Cabeçudos abrem caminho com passos próprios, arrancando risadas da multidão. A base da fantasia vem de um objeto rudimentar e onipresente na vida amazônica: o paneiro, cesto tradicional trançado com cipó e usado para transportar açaí e mandioca. Nas mãos dos artesãos odivelenses, esses cestos ganham uma nova e lúdica função.</p>
<p>Encapados com papel machê e pintados com expressões caricatas, os paneiros transformam-se em enormes cabeças que cobrem até a metade do corpo do brincante, criando figuras desproporcionais e divertidas. Enquanto as pernas ficam à mostra, vestidas com trajes que lembram ternos, os braços são encaixados por dentro da fantasia, conferindo um movimento peculiar ao personagem.</p>
<p>Já os Pierrôs ostentam máscaras de papel e adereços metálicos. A história local preserva a memória de que, nos tempos anteriores à eletricidade, esses personagens carregavam velas acesas nos candelabros que usam sobre a cabeça para iluminar a festa.</p>
<h3>Sustentabilidade e tradição hereditária</h3>
<p>Ivete Sousa, costureira e artesã nascida na cidade e hoje residente em Marituba, na Grande Belém, é testemunha de como esse saber é transmitido e garante a sustentabilidade da folia.</p>
<blockquote><p>“Aprendemos desde criança a lidar com papel e a fazer as cabeças na escola e em casa. Como agora moro aqui, faço umas fantasias para os pierrôs e ajudo a fazer as cabeças quando volto pra lá. Meu retorno no Carnaval é mais que garantido e minhas clientes já sabem disso”, explica.</p></blockquote>
<p>Ivete reforça que a durabilidade dos itens produzidos permite que, após a quarta-feira de cinzas, as peças se tornem objetos de decoração e símbolos culturais.</p>
<blockquote><p>“Se laquear direitinho (impermeabilizar), dura 10 anos ou mais. Os cabeçudos a gente usa outra vez na festa junina e depois guarda pro próximo ano, mas as pequenas do pierrô dão pra decorar a casa tranquilo no resto do ano, daí quando chega a festa só dá uma limpada, empresta pras visitas brincarem também”, comenta.</p></blockquote>
<h3>Programação 2026</h3>
<p>A atmosfera sonora da festa fica por conta das bandas de fanfarra, que embalam o público com frevo e marchinhas, unindo o reaproveitamento de materiais à efervescência rítmica.</p>
<p>Em 2026, a folia ocorre entre os dias 14 e 18 de fevereiro, ocupando a nova orla de São Caetano de Odivelas. A cada dia, um dos bois tradicionais da região assume o papel de patrono e conduz o cortejo, dividindo a programação com concursos de fantasias e shows de artistas regionais.</p>
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		<title>&#8216;Cordão da Bicharada&#8217; completa 50 anos celebrando o meio ambiente em Cametá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 19:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá nas Águas da Folia]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval ecológico]]></category>
		<category><![CDATA[cordão da bicharada]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste paraense]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/bicharada-juaba-toninho-castro-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em 2026, o tradicional ‘bloco’ de Carnaval que nasce das margens do Rio Tocantins com brincantes vestidos de animais e figuras folclóricas completa 50 anos. Criado na década de 1970 na Vila do Juaba, no município de Cametá, o Cordão da Bicharada se consagrou como um ‘grito’ em defesa da natureza levando a consciência ambiental [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/bicharada-juaba-toninho-castro-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em 2026, o tradicional ‘bloco’ de Carnaval que nasce das margens do Rio Tocantins com brincantes vestidos de animais e figuras folclóricas completa 50 anos. Criado na década de 1970 na Vila do Juaba, no município de Cametá, o <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/no-cordao-da-bicharada-criancas-e-adolescentes-levam-consciencia-ecologica-a-folia-de-cameta-no-para/" target="_blank" rel="noopener">Cordão da Bicharada</a> se consagrou como um ‘grito’ em defesa da natureza levando a consciência ambiental de forma festiva para todas as idades.</p>
<p>As primeiras fantasias foram feitas à base de lona, juta e materiais reaproveitados disponíveis na Vila do Juaba. Aos 78 anos, Mestre Zenóbio, criador do movimento, explica que a ideia não era apenas ficar semelhante aos animais por meio da fantasia, mas dar vida a eles.</p>
<blockquote><p>“Como seria se esses bichos pudessem brincar com a gente? Eles brincam do jeito deles, mas a ideia é trazer isso pra brincadeira do Carnaval”, conta.</p></blockquote>
<p>Antigamente, os participantes faziam trajetos que lembravam o formato de um cordão e chegavam a entrar nas casas dos moradores. Atualmente, o cortejo percorre as ruas da vila e faz parte da abertura oficial do Carnaval de Cametá, que ocorre nesta sexta-feira, 13.</p>
<p>Em 2025, o Cordão da Bicharada esteve na abertura da Green Zone, espaço dedicado ao público durante a COP30, em Belém. O cortejo de animais levou a cultura da região e a mensagem de preservação do meio ambiente a um espaço nunca imaginado.</p>
<blockquote><p>“Achamos incrível quando veio a oportunidade de estar na COP, porque o Cordão da Bicharada representa também a essa convivência construtiva com o meio ambiente. Qual a melhor forma de celebrar isso do que em uma festa onde os povos ribeirinhos e os animais são as principais estrelas?”, comenta o prefeito de Cametá, Victor Cassiano.</p></blockquote>
<p>Já para Mestre Zenóbio, além da visibilidade para a manifestação cultural paraense, um recado importante foi dado durante o cortejo na COP30.</p>
<blockquote><p>“Igual junta com igual, quando a gente começou eram algumas pessoas fantasiadas e músicos da vila, com o tempo chegaram outros músicos, gente que mexe melhor com fantasia, fotógrafos, professores. Quando o propósito é real, de coração, vai atrair gente que pensa parecido. Nossa mensagem não foi feita pra ficar só aqui, mas pra ganhar chão e chegar em quem precisa chegar. Preservar o meio ambiente e ser justo com ele é o caminho para um grande baile onde o progresso não briga com quem vive da floresta”, diz.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DQ5Bq87gcjO/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Vila de Juaba (@viladejuaba)</a></p>
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</blockquote>
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<h3>Aula pública</h3>
<p>Ao longo de meio século, atores, o Cordão da Bicharada transforma o Carnaval de Cametá em uma grande aula pública de preservação. Através de letras lúdicas e personagens que dão voz à fauna, artistas e contadores de histórias alertam contra a caça e o desmatamento. Hoje, a tradição se renova no Carnaval das Águas, com o grupo chegando de barco para abrir os festejos e celebrar sua conexão íntima com o Rio Tocantins.</p>
<blockquote><p>“Não há como falar do Carnaval paraense sem falar de Cametá e do Cordão da Bicharada. Por isso eles são os grandes patronos da festa, abrindo os rios com força, honra e alegria”, diz o prefeito.</p></blockquote>
<p>O Carnaval de Cametá acontece entre os dias 13 e 18 de fevereiro, consolidando-se como uma das festas mais diversas da região Norte do Brasil. Com o tema “Cametá nas Águas da Folia”, o evento une tradição e grandes espetáculos musicais com cortejos fluviais percorrem o Rio Tocantins, levando música e alegria às comunidades ribeirinhas, assim como trios elétricos e festas nas praças, com atrações para todos os públicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DUlm7ntD3Tm/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DUlm7ntD3Tm/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Victor Cassiano (@victorcassianooficial)</a></p>
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<p>Mas se você acha que a única oportunidade de oportunidade de ver o Cordão da Bicharada é durante o Carnaval, se enganou. Na verdade, ele é o ato de abertura para momentos importantes na Vila de Juaba, como o aniversário da vila, que completa 126 anos no dia 19 de março, e o Festival Cultural Juabense, tradicionalmente realizado no mês de junho.</p>
<blockquote><p>“A porta está aberta para o diálogo o ano todo. Todo mundo tem seus afazeres, mas falar a favor da preservação do meio ambiente é sempre importante. Nossa mensagem está na nas ruas o ano todo”, celebra Zenóbio.</p></blockquote>
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